Fotos atuais da Jovem guarda ...aqui
40 Anos de Jovem Guarda dia 22 de Agosto Clique aqui
| Centre Culturel Banque du Brésil présente Fête de Enfonce 40 ans de la Jeune Garde 2 Septembre, vendredi, le Centre Culturel Banque du Brésil São Paulo estréia Fête de Enfonce, 40 ans de la Jeune Garde. Toujours dans des paires, l'Italianíssimo Jerry Adriani se présentera avec( la Fille de Robert ), le Waldireni. Tremendão Erasmo Carlos, avec le Ternurinha Wanderléa. Le Queijinho de Mines, Martinha, avec (le Bon Jeune), Wanderley Cardoso. Et le Golden Boys avec Vanusa. Les présentations seront dans le théâtre de CCBB de sixième dimanche. Sixième et samedi, la 19h30 et le dimanche, à la 18hs. Les admissions coûtent R$ 10.00 (entière) et R$ 5.00 (meia-entrada). Ce a été exactement no mois de septembre qui est apparu la Jeune Garde, 40 ans derrière, na TV Record, se rendant un das grandes attractions da émettrice. Sur base de la roche internationale, un groupe de jeunes Brésiliens a créé le POP national, iê-iê-iê et ils se sont révélés comme un des plus grands phénomènes de communication de masse du pays. Dans la hauteur de sa popularité, la Jeune Garde est arrivée à atteindre trois millions de spectateurs seulement à São Paulo, dont le programme était transmis. Dans bande vidéo, arrivait aussi à Rio de Janeiro, à Belo Horizonte, à Porto Alegre et à Recife. Ce ont été à la scène des guitares électriques, La série Fête de Enfonce, 40 ans de la Jeune Garde recréera sur scène, dans quatre shows, le climat du programme de TV de la jeunesse "barra-limpa" qui utilisait médaillon dans le cou, la minissaia avec des bottes longues et dansait l'iê iê iê. En commençant dans CCBB de Brasília en juillet, l'événement suit en août pour CCBB de Rio de Janeiro et vient pour CCBB de São Paulo, en septembre. Jours 2.,3 et 4 : Jerry Adriani et Waldireni Jours 9.,10 et 11 : Erasmo Carlos et Wanderléa Jours 16.,17 et 18 : Martinha et Wanderley Cardoso Jours 23.,24 et 25 : Golden Boys et Vanusa Les interprètes seront accompagnés par bande de cinq musiciens (clavier, guitare, basse, batterie et souffles). |
| Le mouvement Jovem-Guarda va fêté le 22 Aout 2004- 40 ans de existense,ce mouvement qui a été créer par des artistes merveilleux marqué pour toujours je suis une des privilégiée qui a pu profiter a la fin des années 60 de ce magnifique mouvement . Mes idoles et beaucoup d'autres font des musiques actuelles et regrave avec les nouveaux moyens d aujourd hui les grands succès qui ont construit leur carrière .Ma vie est toute en couleur avec la jovem Guarda elle m'a suivi par tous mes chemins dans ma valise mes disques et mes photos et dans mon coeur et ma tête le feux de la passion de chaque image de chaque geste de chaque habit qui a été utilisé par les garotas de Roberto un Grand Merci a vous tous mes idoles qui continue a nous donner d immense joie pour moi pour toujours Lea Daudt |
| A Jovem Guarda estará completando 40 anos de movimento musical no dia 22 -08-2004 comandado por vários artistas maravilhosos que me marcaram para sempre , sou uma entre milhares de pessoas que tiveram o privilégio de terem curtido um dos maiores movimentos musicais brasileiro dos anos 60 e muito deles estão ai presentes fazendo músicas novas e mesmo regravando seus grandes sucessos com novos arranjos, meu Mundo é Colorido como Jovem Guarda ,com ela eu carreguei por onde andei, na minha bagagem trouxe os discos e fotos , no coração a ternura, na mente a imagem repetida de cada gesto e cada roupa usada na época principalmente das garotas do Roberto, minha eterna gratidão a todos vocês meus ídolos que continuam a me darem imensas alegrias .Para mim vocês serão: Forever Young .Lea Daudt |
Vanusa |
Os Vips |
Wanderlea |
Roberto Livi |
Waldirene |
Meire e Alberto Pavão |
Elizabeth |
Rosemary |
Deny e Dino |
....... Os Incriveis |
Cleide Alves |
Eduardo Araujo |
Ed Wilson |
...... Ronnie Cord |
Bobby di Carlo |
Demetrius |
Erasmo carlos |
........ Jerry Adrianni |
Joelma |
Marcos Roberto |
Giane |
..... Enza Flori |
George Freedman |
Maritza Fabiane |
Martinha |
....... Roberto Carlos |
Silvinha |
José Ricardo |
Ronnie Von |
...... Nilton Cesar |
Sergio Reis |
Tony Campello |
| Il movimento Jovem-Guarda va celebrato il 22 agosto 2004- 39 anni d existense, questo movimento che è stato creare da parte di artisti meravigliosi m ha segnato per sempre io sono una della privilegiata che ha potuto approfittare alla fine degli anni 60 di questo movimento splendido. I miei idoli e molto d'autres fanno musiche attuali e regrave con i nuovi mezzi d aujourd oggi i grandi successi che hanno costruito la loro carriera. la mia vita sono tutta in colore con la jovem Guarda essa m'a seguiti da tutti i miei cammini nella mia borsa i miei dischi e le mie fotografie e nel mio cuore e la mia testa i fuochi della passione di ogni immagine di ogni gesto di ogni vestito che è stato utilizzato dai garots di Roberto Grand Merci li hanno i miei idoli che continua ha darci d immenso gioia per me per sempre Lea Daudt |
Quando Jovem Guarda fez um ano ....vejam aqui gravações Originais .. .1 ano de JG .Roberto Carlos ..Wanderlea...Erasmo Carlos...Trio Esperança |
Carlos Gonzaga |
Luiz C. Cley e Denisse B. |
José Roberto |
Nalva Aguiar |
Celly Campello |
Reynaldo Rayol |
Katia Cilene |
Antonio Marcos |
Suzi Darlen |
Leno e Lilian |
Dori Edson |
Ed Carlo |
Goldens Boys |
The Jet Blacks |
Renato e S. B. C |
The Fevers |
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Carlos Imperial |
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Paulo Sergio |
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Marcio Greck |
Os Brasas |
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The Jordans |
Trio Esperança |
Os Caçulas |
The Youngssters |
Programa "Jovem Guarda" faz 40 anos |
| Jovem Guarda - 40 anos .....Rock'n roll que durou pouco, mas fez história
por Tatiana Perry O ano é 1965. No mundo só se fala em uma banda: Beatles. Mas se o mundo tem o quarteto britânico, no Brasil uma turma jovem, influenciada pela beatlemania, começa a fazer sucesso e influenciar toda uma geração: é a chamada Jovem Guarda, que está completando esse mês, 40 anos. Para o produtor cultural Marcelo Fróes, a Jovem Guarda foi o primeiro movimento cultural de massa para o jovem. “Foi a oficialização de uma febre da juventude que vinha desde os anos 50 passando, portanto, pelo rock, pelo twist, pelo hully gully e ganhando forma com o iê iê iê dos Beatles e de seus colegas britânicos”, define. Até 1965, apesar da crescente popularidade, o rock brasileiro não conseguiu o apoio das mídias mais significativas. As emissoras de TV ofereciam pouco espaço para a música jovem, mas esses obstáculos não conseguiam conter a popularidade do pessoal da juventude. Roberto Carlos não saía dos primeiros lugares nas paradas de sucesso. Além disso, ele ganhou o troféu Grandes Ídolos da Juventude, como o cantor mais popular; Demétrius ganhou o prêmio de cantor pela Revista do Rock, devido ao sucesso da música “Ritmo de Chuva”. Até figurinhas eram vendidas com fotos dessa turma. Foi diante deste quadro nacional, que a TV Record decidiu lançar um programa de música jovem capaz de derrotar o Festival da Juventude, da TV Excelsior, que fazia grande sucesso desde o ano anterior. Às 16:30hs do domingo 22 de agosto de 1965, estreou o Programa Jovem Guarda, com apresentação de Roberto Carlos. O auditório da TV Record estava superlotado e o público que ali se encontrava, não passava dos 20 anos de idade. Desse programa de estréia participaram Os Incríveis, Tony Campello, Wanderléa, Rosemary, Ronnie Cord, The Jet Blacks, Erasmo Carlos e Prini Lorez. O programa ficou no ar de 65 a 68 e logo Roberto ganhou a companhia de seus amigos Erasmo e Wanderléa na apresentação. A cantora Sylvinha Araújo, que fez parte do movimento, conta que o nome Jovem Guarda ficou marcado pela própria mídia. “O que se chama, de um certo tempo para cá, de movimento Jovem Guarda, era na época o movimento do iê iê iê, que eram todas as músicas lançadas pelos jovens cantores da época. A mídia é que englobou tudo no nome de Jovem Guarda como é conhecido até hoje e, que na época, era apenas o programa apresentado pelo Roberto Carlos”, afirma ela. Para se ter uma idéia do sucesso que essa turma fazia, o programa que estreou em agosto, em outubro já dava 100% de audiência todos os domingos, segundo o IBOPE. Esse estrondoso sucesso deixava os críticos se perguntando qual era a razão de tanta audiência. Em dezembro, Roberto Carlos lançou “Quero que vá tudo pro inferno”. Essa balada rápida serviria para definir o chamado iê iê iê: uma guitarra marcando o ritmo ao lado de um órgão fazendo a harmonia. Mas não era apenas o programa Jovem Guarda que fazia sucesso, além dele também existiam os programas O Príncipe, apresentado por Ronnie Von, O Bom, comandado pelo casal Eduardo e Sylvinha Araújo e também o programa Os Incríveis, apresentado pelo grupo homônimo. Muitos artistas começaram a chegar de outros estados, para cantar nesses programas; gente como Martinha, Kátia Cilene e Reginaldo Rossi. Da TV, o sucesso chegou a todas as mídias: rádios e revistas se dobraram à Jovem Guarda. O sucesso nacional permitiu o início de um imenso merchandising com os artistas jovens. Surgiram, por exemplo, as calças Calhambeque e os amplificadores Tremendão. No ano seguinte, 1966, Roberto Carlos comandou o I Festival de Conjuntos da Jovem Guarda, do qual participaram cerca de cinco mil grupos. O primeiro lugar ficou com o grupo paulista Loupha. Depois desse evento, o rock brasileiro explodiu de vez, tomando conta de todos os clubes, rádios, festas, etc... Exatamente por Roberto, Erasmo e Wanderléa terem tido maior visibilidade pela mídia, várias pessoas ligam a Jovem Guarda apenas ao nome dos três e se esquecem de vários outros artistas, também talentosos, que fizeram parte do movimento. É o caso de Renato e Seus Blue Caps, The Fevers, Eduardo Araújo, Ronnie Von, Jerry Adriani, Wanderley Cardoso, Leno e Lílian e tantos outros. Entre as muitas músicas que fizeram sucesso, e fazem até hoje, podemos citar Calhambeque com Roberto, Festa de Arromba com Erasmo, O Bom com Eduardo Araújo, Menina Linda com Renato e seus Blue Caps, Pensando Nela com Golden Boys, Pobre Menina com Leno e Lílian e por aí vai... O movimento Jovem Guarda durou uns três anos. Os primeiros sinais de saturação apareceram em meados de 68 quando o tropicalismo começou a ganhar força. Nesse mesmo ano, em janeiro, Roberto deixou a apresentação do programa, que continuou até junho sob o comando de Wanderléa e Erasmo. Com o fim, cada um seguiu o seu caminho: Roberto Carlos continuaria sendo por muito tempo o maior vendedor de discos do país, no estilo romântico; Erasmo continuou no rock’n roll, enquanto os outros foram tentando manter suas carreiras de alguma forma. Sylvinha lembra que o maior problema da época eram os péssimos equipamentos dos shows, que faziam com que os instrumentos não afinassem direito. Mas as lembranças boas se sobrepõem a essas. “Ficou a lembrança de como era fácil fazer sucesso naquela época. Você aparecia na TV, fazia sucesso perante a platéia, já começavam a tocar seu disco e você já fazia sucesso no Brasil inteiro. Bem diferente de hoje que a coisa é plastificada”, conta ela. E se engana quem acha que, como a Jovem Guarda está completando 40 anos, ela é coisa de gente velha, que as pessoas jovens não podem gostar do estilo. Jéssica Bandeira, estudante de 14 anos é um exemplo. Ela conta que é apaixonada pelo estilo desde os 11 anos, quando ouviu o CD do show de 30 anos na casa da tia. “Foi amor à primeira ouvida mesmo... eu amei eles, mesmo nem sabendo quem eles eram e de onde tinham vindo”, relembra. Segundo ela, as letras bonitas e românticas e o carisma percebido na voz dos cantores foi o que fez com que se apaixonasse assim. A cantora Sylvinha também acha que as letras ajudaram para toda essa febre do movimento. Quando perguntada sobre o que é que o movimento tinha pra ser esse fenômeno, ela responde: “são as próprias músicas bonitinhas, sem segundas intenções, coisas leves e que transportam as pessoas para épocas felizes de suas vidas”. Isso explicaria também o sucesso com pessoas mais jovens, como Jéssica. Por ser considerada música de gente mais velha, acima dos 50 anos, Jéssica conta que seus amigos tiravam muito sarro no início, mas que hoje já se acostumaram e respeitam muito mais o seu gosto. E adivinhem quem são os dois ídolos de Jéssica? É, o casal Araújo. “Eu acho que a Sylvinha tem uma voz linda, desde a primeira vez que a ouvi, achei a melhor da jovem guarda, a mais afinada. Foi a primeira cantora que me balançou mesmo. Já o Eduardo (se referindo a Eduardo Araújo), eu acho ele “o cara”, depois do Erasmo. Ele vai além da Jovem Guarda. A gente vê muito cantor que depois que o movimento acabou, continuou cantando música de Jovem Guarda. O Eduardo não, ele sempre tava à frente do tempo, fez muita coisa. O LP Pelos Caminhos do Rock é um exemplo fantástico, vale a pena ouvir”, diz a menina mostrando que é uma fã que sabe bem do que está falando. E para comemorar em grande estilo esses 40 anos, foi criado o projeto Jovem Guarda 40 Anos em que nomes como Eduardo e Sylvinha Araújo, Martinha, Os Vips, Os Incríveis e Jerry Adriani, juntamente com convidados, farão shows em que apresentarão músicas nacionais e internacionais que marcaram época e lembrarão, no palco, um pouco do que foi todo esse fenômeno. Um fenômeno que influencia bandas até hoje, como Kid Abelha, Jota Quest, Barão Vermelho, entre outros. Marcelo Fróes analisa a cena musical nesses 40 anos pós Jovem Guarda: “após a era do rádio, a Jovem Guarda representou uma revolução – não só em termos musicais e comportamentais óbvios, mas também em termos mercadológicos – afinal, além do rádio, a Jovem Guarda contou com a TV, que crescia muito naquele momento, e com a modernização do disco, com a passagem do 78rpm para o compacto simples, com o lançamento de LPs estereofônicos e com o lançamento de equipamentos de alta fidelidade. Os anos 70 foram trágicos em diversos sentidos nesse país e a música popular também sofreu. As bandas dos anos 60 foram praticamente dizimadas, enquanto surgiram novas nos anos 70. Os cantores populares dos anos 60 sofreram patrulhamento e ganhavam o rótulo de bregas se não pegassem o violão e cantassem música de protesto burlando a ditadura e fizessem a MPB. Os anos 80 e 90 já viram o crescimento de uma cena mais tolerante, menos ortodoxa e culturalmente mais interessante, com talentos indiscerníveis na questão de estilo e com a convivência pacífica dos estilos”. [30/08/2005] |